Onde comer em Dublin?

Dublin não é uma cidade que tenha uma cultura gastronômica própria, mas tem a vantagem de qualquer cidade cosmopolita: reúne comida de todos os lugares do mundo. No centro, a oferta é imensa. De comida grega ao bom e velho hambúrguer, do mexicano ao kebab.

Como no Porto, onde eu moro atualmente, a oferta de comida mexicana é mais rara, eu e Livio piramos no Boojum, que é uma rede tipo fast food de burritos, tacos e fajitas. Naquele esquema linha de produção, você escolhe se quer a sua refeição enroladinha ou no bowl, o tipo de arroz, de carne e de feijão, depois os molhos e os complementos. A opção mais cara sai por €7,5.

Também experimentamos o 777, um restaurante que se enconde atrás de um fachada preta super discreta. Mas, ao abrir a porta, o clima é de festa com música alta e meia luz. Aos domingos, a partir das 14h, o cardápio é especial, com todos os pratos, drinks e sobremesas por €7,77 cada. Infelizmente o milho tradicional da casa não estava no menu, mas comemos tacos.

Do México para os Estados Unidos, tem o Di Fontaines, uma pizzaria bem no estilo nova iorquino. Cada generosa fatia saiu por €2,5 no balcão, com direito a música brasileira animando o jantar.

Também almoçamos na hamburgueria Bunsen, cujo cardápio é minimalista e apresenta duas opções de sanduíche (hamburguer ou cheeseburguer, que podem vir com uma ou duas carnes), mais duas de batatas e bebidas que vão do refrigerante a cerveja. Simples, suculento e de tamanho razoável. Uma batata dava pra nós dois, mas extrapolamos! =X Os preços variam entre €6,95 e €9,45.

Pra esquentar

A mania dos cafés imensos, sempre misturados com mais água ou leite (ou ainda chocolate, creme e por aí vai), me fez esquecer que existe expresso durante os meus dias em Dublin. Até porque o expresso era caro e esquenta por menos tempo naquela friaca. Existe uma estratégia muito clara em ficar com um copão quente nas mãos pelo máximo tempo possível. Então, se não é exatamente de cafeína que você precisa, essa é a solução perfeita.

Tem uma loja Insomnia a cada esquina de Dublin, geralmente associada a um supermercado da rede Spar. Por ser mais prático e rápido, nosso café da manhã acabou por ser sempre nessas filiais. Croissants, donuts e muffins são ótimas pedidas pro desjejum, que saía numa média de 12 euros pra nós dois.

Vai um docinho?

Uma grata surpresa foi encontrar uma cafeteria italiana bem no centro de Dublin. Pra quem come com os olhos, a vitrine da Il Fornaio já é um ótimo começo, mas garanto que vale chegar no balcão e ver todas as opções que a casa oferece. O esquema é take-away e dá pra fazer aquele mix de pequenos doces pra provar de tudo um pouco.

E, se der pra encarar um sorvetinho, indico a Murphy’s. A rede tem sorvetes artesanais com sabores bem diferentes – e, em Dublin, ainda tem um balanço charmoso dentro da loja.

 

 

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melhor sorveteria de dublin pq tem o melhor sorvete ou pq tem balanço? 😅 #murphysmoment . . #dublin #ireland #irlanda #icecream #dubliners

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